Por que é importante contratar uma Consultoria de Processos (BPM)?

Contratar uma consultoria de processos é a solução que muitas empresas encontram para aperfeiçoar sua gestão de processos (BPM). Normalmente essa vontade surge quando a empresa está com problemas de produtividade. Outros sintomas comuns são o desalinhamento entre as áreas de negócio e a insatisfação dos consumidores. Então, uma consultoria de processos pode ajudar a extrair resultados consistentes a partir dos processos.

A gestão de processos é essencial para que as pessoas consigam entender a dinâmica da organização. Dessa forma, elas podem visualizar melhor os impactos que as suas ações e decisões causam no todo. Assim, fica mais fácil compreender o desempenho dos processos e seus reflexos na estratégia e nos resultados do negócio. Criar essa perspectiva nas organizações não é tarefa fácil. Por isso, contratar uma consultoria de processos pode ser uma boa opção.

Neste post você vai ver:

Quer saber por que é importante contratar uma consultoria de processos na empresa? Confira o nosso post e descubra!

8 motivos para contratar uma Consultoria de Processos

1. Conhecimento de mercado

Um time de consultores é formado por profissionais altamente qualificados. Todos apresentam uma ampla capacitação em sua área de trabalho. Além disso, esses profissionais têm conhecimento e vivência sobre a dinâmica do mercado. Isso permite que eles ofereçam as melhores ferramentas, isto é, aquelas mais adequadas ao momento de cada organização.

Além de ajudar na identificação de tendências, uma consultoria de processos pode fazer um diagnóstico preciso da empresa. Em outras palavras, os consultores são capazes de oferecer soluções efetivas para a corporação, de forma isenta e com foco no resultado. Afinal, eles são treinados para trabalhar em equipe e construir conhecimento de forma colaborativa. Dessa forma, é possível desenvolver junto à empresa soluções adaptadas às condições de cada negócio.

2. Olhar diferenciado para o negócio

O olhar dos colaboradores pertencentes à companhia abre muitas possibilidades, mas também conta com limitações. Afinal, esses profissionais estão imersos na companhia e em sua rotina diária. Por mais capacitados que os colaboradores sejam, há certa parcialidade e miopia na visão das atividades do negócio. Assim, determinados problemas podem ser difíceis de enxergar. Existem muitos hábitos cristalizados dos quais não é fácil abrir mão.

Os consultores são externos à organização. Então, o olhar que eles lançam para a gestão de processos é separado de hábitos e vícios corporativos. Eles oferecem uma visão imparcial do negócio, ligada a uma rede de conhecimentos estratégicos sobre o mercado. Dessa forma, a realização de um diagnóstico e a elaboração de soluções tornam-se muito mais efetivas.

3. Apoio nas tomadas de decisão

tomada de decisão no negócio é sempre uma ação complexa. Ela envolve uma série de variáveis, interesses e avaliações de custos e consequências. Os consultores não têm o papel de decidir pelo gestor da organização. Mas, eles podem oferecer amparo na realização de análises para a efetivação dos processos decisórios.

Por conhecerem tendências de mercado e contarem com saberes especializados, a contribuição dos profissionais da consultoria de processos é muito grande nessas ações. Eles podem ajudar em: efetivação de estudos de variáveis, planejamento, previsão de consequências e escolha de alternativas alinhadas às metas do negócio.

Consultoria de Processos (BPM)
Ilustração por Vecteezy

4. Padronização de processos

Padronizar processos é uma alternativa para trazer mais resultados positivos à organização. Essa prática aumenta a previsibilidade das ações e amplia o controle sobre os processos. Outros benefícios são: redução de erros, maior transparência, diminuição dos custos e adequação aos padrões de qualidade. A padronização também facilita a aprendizagem dos procedimentos, poupando, assim, recursos com treinamentos para novatos.

A consultoria de processos pode auxiliar a empresa a fazer o mapeamento de processos e outras ações necessárias para a padronização. Assim, ela possibilita que um dos principais ativos da empresa fique organizado e acessível. Ou seja, faz com que os processos sejam mantidos “vivos” e permaneçam abertos a atualizações, conforme a evolução cotidiana.

5. Aumento da eficiência e da produtividade

Uma consultoria de processos também pode ajudar a organizar e sistematizar os processos. Para fazer isso é necessário usar estratégias que conectem a sabedoria dos consultores à vivência diária dos colaboradores. Dessa forma, as tarefas serão bem divididas e gerenciadas de forma prática, ágil e efetiva. Outra consequência relevante é a resolução de problemas da cadeia produtiva.

Esse conjunto de fatores também culmina no aumento da capacidade produtiva do empreendimento. A otimização de processos faz com que os recursos sejam melhor aproveitados. Isso se reflete em melhores resultados e no aumento da qualidade, produtividade e eficiência dos processos. Como consequência há a ampliação dos resultados da organização e a satisfação dos clientes.

6. Aumento da motivação da equipe

O apoio dos especialistas da consultoria de processos gera efeitos positivos sistêmicos. O diagnóstico permite identificar os pontos fracos dos processos e promover alterações para solucionar essas questões. Com processos otimizados, os procedimentos também se tornam mais ágeis, facilitando o trabalho dos colaboradores.

Em pouco tempo os resultados positivos já aparecem, o time vê sua rotina refletida no processo e consegue atuar proativamente. Nesse contexto, a equipe fica mais motivada, pois percebe que o seu trabalho está sendo valorizado e bem aproveitado. Além disso, sente que seus esforços estão provocando resultados e que a equipe é parte fundamental desse crescimento.

7. Alinhamento estratégico

Muitas vezes os gestores da companhia possuem uma série de planos inteligentes para promover melhorias no negócio. Contudo, colocar todas essas propostas em prática pode não ser tão fácil. Se as alternativas de mudança não forem conduzidas de forma alinhada com os objetivos e estratégias da organização, certamente acontecerá perda de foco e desperdício de energia.

Com os serviços de uma consultoria de processos é possível encadear as melhorias de forma alinhada, com uma visão estratégica a longo prazo. As mentorias e transformações dos processos ocorrem de forma gradativa, organizada e, principalmente, sustentável.

8. Disponibilidade e agilidade

Outro benefício que se tem com a contratação de uma consultoria de processos é a ampliação da capacidade para promover mudanças. A alocação de pessoas com foco e disponibilidade para atuar nas mudanças traz uma grande agilidade para efetivar a transformação.

Para contratar uma consultoria de processos, é necessário que o gestor avalie algumas questões fundamentais. É preciso entender os reais motivos da busca por esse serviço e estar disposto a trabalhar com os consultores para promover mudanças positivas na empresa.

Além disso, o gestor deve conhecer a organização a ser contratada e verificar se ela tem uma boa reputação e experiência de mercado. Somente assim é possível realizar um trabalho efetivo e ter o apoio adequado na promoção de mudanças positivas.

Nós da Euax podemos te auxiliar a passar por todas as fases de gestão e melhoria de processos. Conheça nossos serviços:

Modelo de Execução Flexível

Como a Consultoria de Processos da Euax pode te ajudar

Melhoria de Performance de Processos

Nossa marca registrada é buscar resultados através da transformação de processos. Essa transformação é feita por meio da integração entre os departamentos. Assim a sua empresa vai dar saltos nos indicadores de performance de negócio!

Além de uma abordagem profunda e orientada à transformação, também podemos ajudar no mapeamento, documentação e padronização de processos. Isso é interessante se você deseja atender a normas e regulações e cumprir os primeiros passos na melhoria de performance.

Resgate no Valor da Gestão de Processos

No século passado, as ondas de padronização e de melhorias departamentalizadas dos processos construíram uma imagem de valor restrito da gestão de processos em muitas organizações.

Resgatar a real importância e construir um posicionamento em que a gestão de processos possa adicionar muito valor às organizações é nossa especialidade. Escritórios de processos, tecnologia, performance de processos e o uso de métodos contemporâneos para o aumento de performance estão entre as receitas para reconstruir este posicionamento.

Jornada do Cliente e a Visão de Fora para Dentro

O ambiente de competição se transformou muito nas últimas décadas. Hoje, o poder de escolha está nas mãos dos consumidores. Por isso, entender os processos do ponto de vista do cliente passou a ser a obrigação de qualquer empresa.

A eficiência não pode mais ser medida dentro de casa: é preciso enxergar fatores menos racionais dos clientes e outros stakeholders do processo. Emoções, sentimentos e sensações fazem parte do processo e podem ser determinantes para o posicionamento de uma organização. Somos especialistas em integrar essa visão externa com os processos de negócio, transformando os processos para promover uma experiência positiva para o cliente!

Integração da Gestão de Processos com TI

Muitas organizações mantêm estruturas independentes e isoladas para a Tecnologia da Informação (TI) e a Gestão de Processos. Mas será possível uma viver sem a outra? Existe uma magia em operar de forma sincronizada e harmônica com a TI e Processos, seja numa mesma estrutura, seja em departamentos diferentes.

A integração com o sistema de gestão empresarial (ERP), o atendimento de demandas utilizando o BPM como método ou mesmo a automação de pedidos por workflows fazem esta vida ser muito integrada. Temos esta fórmula de integração e construção de sinergia!

Como a Euax faz Consultoria de Processos

Após muitos anos gerenciando processos em grandes empresas brasileiras, nós desenvolvemos a metodologia “Euax Acelera”, que propõe uma gestão de processos com foco na performance. Temos consultores que possuem conhecimento e vivência na prática para alavancar os resultados do seu negócio.

A nossa metodologia é inspirada nas boas práticas internacionais e nós defendemos uma visão de processos ponta a ponta. No século passado, criou-se o entendimento de que o aumento da produtividade nas organizações estava ligado ao isolamento das atividades de cada departamento. Apesar de isso ter melhorado muito a produtividade na maioria das empresas, dificultou a melhoria da performance dos processos.

Então, é importante ressaltar que os processos passam por diversos setores dentro da empresa e, portanto, não estão exclusivamente vinculados a nenhum departamento. Por isso os chamamos de processos ponta a ponta.

Para resolver problemas nos processos e aumentar o desempenho da organização, nós entendemos que é preciso:

  1. Levantar o processo atual da empresa (AS IS) para entender em qual contexto a organização está inserida;
  2. Desenhar uma visão de processo melhorado (TO BE) e implantá-la para resolver as dificuldades existentes nos processos;
  3. Monitorar a performance do novo processo para garantir que ele está trazendo o resultado esperado.

O desejo da Euax é ajudar as empresas a entenderem mais facilmente em quais pontos estão errando. Essa é a grande força que nós conseguimos promover nas equipes.

Quer receber uma proposta para melhorar a Gestão de Processos na sua empresa?

Agende uma conversa com um de nossos consultores ou solicite um orçamento.


Se tiver um tempo, aproveite para assistir gratuitamente a uma das consultoras da Euax falando sobre melhoria de processos com foco em resultados.

Melhoria de Processos com Foco em Resultados

Governança Corporativa: o que é, para que serve e quais os benefícios

Governança corporativa é o conjunto de processos, costumes e leis que norteiam a forma como uma organização é administrada.

Não é à toa que muitos profissionais fogem desse conceito: o assunto é complexo, mas essencial para o sucesso das organizações. Ao contrário do que muita gente pensa, não se trata apenas de criar, registrar e documentar normas e procedimentos.

Neste post você vai aprender definitivamente o que é e para que serve governança corporativa. Por isso, pegue papel e caneta e vamos lá!

Antes, vamos entender melhor o que é a governança corporativa:

O que é governança corporativa?

Podemos dizer que a governança mostra a direção que uma empresa deve seguir para alcançar os resultados esperados.

A governança corporativa tem suas bases fundamentadas na Teoria da Agência, que trata das questões associadas à relação entre principais e agentes.

Você deve estar se perguntando: “Tá, mas quem são essas pessoas?”

Atribui-se a posição de principais aos donos da empresa. Já os agentes são as pessoas contratadas pelos donos para administrar o negócio e representar seus interesses. Contudo, nem sempre é isso o que acontece.

Os administradores também possuem suas próprias demandas e podem acabar cometendo deslizes, por diversos motivos. Mas, você sabia que dá para evitar e contornar esses deslizes?

Para que serve a governança corporativa?

A governança corporativa assegura que os interesses dos administradores estejam alinhados aos interesses dos donos do negócio. Ela garante que os processos e as estratégias estão sendo corretamente seguidos, além de promover uma cultura de prestação de contas na empresa.

Afinal de contas, como as empresas dependem das pessoas para conduzir seus processos, é importante que haja um monitoramento para minimizar impactos em caso de deslizes. A regulação da relação entre administradores e donos é feita de três formas: através de regras, auditorias e restrições de autonomia.

1. Regras

Estabelecer regras significa estipular normas para estruturar a organização e limitar o comportamento indesejável dos administradores, conduzindo as suas decisões.

2. Auditorias

Fazer auditorias é fundamental para checar se as regras estabelecidas previamente estão sendo cumpridas ou não, além de monitorar as ações dos administradores.

3. Restrições de autonomia

Impor restrições de autonomia se trata de limitar a atuação dos administradores e determinar ações que eles estão autorizados a fazer.

Vale lembrar que, dependendo da intensidade de como esse controle é feito, pode-se obter diferentes efeitos, como veremos no próximo tópico.

Impactos da governança corporativa nas empresas

Você já parou para pensar o que acontece quando os donos do negócio impõem muitas regras e restrições? Ou pior, quando não estabelecem regras e restrições suficientes?

Em uma governança muito forte, o administrador não consegue fazer seu trabalho, pois não possui autonomia para isso. Ele está sempre “amarrado” à decisão de outras pessoas. Podemos observar esse tipo de governança na área pública e em grandes empresas.

Já em uma governança muito fraca, as chances do administrador usar de má-fé para buscar apenas seus próprios interesses aumentam significativamente. Ou, pode ser que ele não atue com a competência necessária. Esse tipo de governança pode ser observado em startups e em pequenas empresas.

Encontrar um ponto de equilíbrio é o grande dilema da governança corporativa ideal! Por isso, é preciso cuidar para que os instrumentos de controle não sejam mais caros que eventuais prejuízos dos administradores.

O conceito de governança também pode ser aplicado em outros campos de negócio, para além da esfera organizacional.


Quer aprofundar seus conhecimentos no tema? Assista ao nosso webinar gratuito sobre governança de processos, ministrado pelo especialista Jackson Rovina, e continue aprendendo sobre governança nas empresas!

governança de processos

Produtividade no trabalho: 4 dicas para garantir um ambiente produtivo

Nos dias atuais, desafios e uma intensa competitividade são, invariavelmente, situações vividas por toda e qualquer empresa. Porém, esse cenário se torna ainda mais desafiador nos pequenos e médios negócios, em que o orçamento é mais enxuto, os recursos mais limitados e, consequentemente, as decisões devem ser tomadas com mais cautela. Nesse contexto, é fundamental imprimir uma boa eficiência nas operações, garantindo uma boa produtividade no trabalho em um ambiente produtivo e capaz de colocar a empresa em condições de competir com outras maiores.

Dada a importância do tema, neste post nos encarregamos de ajudar você a formular um ambiente produtivo. Acompanhe:

4 Dicas para garantir um ambiente produtivo no trabalho

1) Entenda o valor da liderança colaborativa

A velha postura do chefe autoritário e centralizador não condiz mais com a realidade e necessidade das empresas. Hoje, o perfil dos tomadores de decisão é de um verdadeiro líder, que não apenas emite ordens e fiscaliza as atividades, mas que participa ativamente dos processos, auxiliando e motivando os colaboradores.

A liderança colaborativa, como é chamada, pode impactar direta e positivamente a rotina da sua empresa. Por isso, a dica é adotar esse tipo de postura, aproximando-se das equipes, ajudando no trabalho e, sempre que possível, passando feedbacks.

Essa estratégia, além de melhorar o convívio, servirá de apoio para garantir a coesão das equipes, a motivação e, consequentemente, a produtividade no trabalho.

2) Trabalhe para que a comunicação seja efetiva

A comunicação é, de longe, uma das principais ferramentas para o trabalho dentro das empresas. Sabendo disso, é preciso que você adote as medidas necessárias para que ela seja sempre a mais assertiva. Assim, a orientação é sempre manter a interação das equipes e a integração dos setores. Para isso, ter um cronograma de reuniões pode ser uma medida interessante.

Nesses momentos é possível compartilhar experiências, alinhar processos e permitir que colaboradores de diferentes setores entendam o seu papel em cada projeto. Além disso, essa pode ser a hora de identificar falhas na comunicação, realizar o diagnóstico de performance, entre outras inconsistências que prejudicam a fluidez dos processos e a produtividade no trabalho.

Entenda como utilizar a gestão de processos (BPM) para gerenciar a performance do seu negócio

3) Coloque a motivação e a produtividade no trabalho como metas

Produtividade e motivação são dois valores essenciais para qualquer empresa, já que um é diretamente proporcional ao outro. O fato é que pessoas motivadas acabam sendo mais produtivas no que fazem, pois se sentem mais dispostas e valorizadas.

Desse modo, quando o assunto é produtividade empresarial, não há como deixar de adotar medidas para motivar os colaboradores. Por exemplo, a possibilidade de crescimento dentro da empresa, o recebimento de bônus no salário, entre outros benefícios, pode servir de estímulo para o trabalhador. A dica, então, é utilizar esse tipo de estratégia.

4) Invista na melhoria da infraestrutura do ambiente

Ambientes organizados, limpos e bem estruturados, sem dúvida, têm uma forte relação com a produtividade da empresa. Afinal, trabalhar em um local desagradável, desorganizado e sujo pode ser bastante desmotivador e desgastante.

Por isso, investir na melhoria da infraestrutura da sua empresa é um dos caminhos para aumentar a produtividade. Nesse quesito, otimizações na climatização do ambiente, luminosidade e a adoção de novos equipamentos e ferramentas para facilitar o trabalho são alguns exemplos de medidas que podem contribuir para tornar o ambiente mais adequado.

Assim, a partir do momento que os membros da empresa sentem mais facilidade para executar as suas funções e percebem que o ambiente é mais agradável, o reflexo certamente será mais motivação e produtividade.

Produtividade otimiza resultados

Por fim, como vimos, construir um ambiente produtivo não exige nenhum tipo de esforço sobre-humano por parte dos líderes ou dos colaboradores, mas apenas algumas pequenas ações que, quando somadas, melhoram toda a rotina de trabalho e otimizam os resultados.

O tempo é um fator crucial para a produtividade. Por isso, não deixe de assistir ao nosso webinar gratuito com dicas para manter o foco e gerir melhor o seu tempo.

Gestão de Tempo em Projetos: 4 dicas essenciais

Convergência da automação e gestão de processos: como aplicar na empresa?

Muito se fala em inovação. O termo praticamente virou moda no mundo corporativo, mas, na prática, o que fazer para sua empresa inovar de verdade? Como se manter competitiva em um mercado altamente globalizado? A resposta para esses questionamentos não é simples, mas certamente passa pela gestão de processos e convergência da automação.

O que você precisa ter em mente é que a tecnologia é hoje uma grande aliada na transformação das companhias. Por meio dela, é possível convergir os processos e promover grandes ganhos de produtividade a um custo relativamente baixo. Saiba agora como implantar esses benefícios na empresa.

O que é convergência de automação?

Certamente você já viveu situações nas quais os setores de Tecnologia da Informação (TI) e Tecnologia de Automação (TA) não falavam a mesma língua. Isso causa um desgaste e atraso na produtividade. A convergência de automação nada mais é do que pôr fim a esses gargalos de comunicação e informação, por meio de softwares.

Nesse caso, convergir é juntar os níveis corporativo e produtivo das empresas, mediante sistemas de gerenciamento integrados, cujo objetivo maior é melhorar os programas, expandir novos projetos e extrair o máximo desempenho dos ativos da corporação.

Se você ainda vê a TI e a TA como áreas colaborativas, porém independentes, está na hora de inovar e entender que elas precisam convergir para fazer com que sua empresa cresça exponencialmente e alcance resultados incríveis.

Como aplicar a convergência da automação?

Faça um mapeamento

A melhor maneira para começar a implantação da convergência de automação é fazer um mapeamento dos processos. Por intermédio dele, você identificará todos os passos para o bom funcionamento da companhia. É preciso ter todas as etapas bem definidas para uma análise séria e comprometida.

Identifique indicadores de desempenho

Depois de fazer o mapeamento dos processos, você também será capaz de mensurar os indicadores da sua produção. Isso significa saber quais são as ferramentas cuja atuação é primordial para elevar o nível da performance da sua empresa, sempre de acordo com os objetivos do planejamento estratégico.

Defina as melhorias

Com o mapeamento e os indicadores de desempenho em mãos, você terá uma análise segura sobre os processos e um entendimento sobre aqueles que realmente funcionam e os que seguram a produção. Diante disso, é partir imediatamente para estabelecer as melhorias necessárias a fim de aproveitar completamente os recursos automatizados, humanos e estratégicos disponíveis na empresa.

Invista em tecnologia

A convergência da automação inclui as etapas de mapeamento e definição dos próximos passos, porém ela só se completa com recursos tecnológicos indispensáveis para fazer com que a gestão de processos realmente funcione. É aí que entram as soluções em softwares específicos, que vão cruzar informações dos setores, gerar relatórios e fazer análises confiáveis.

Prepare a equipe

Apesar de toda a tecnologia envolvida, o homem é o grande responsável por operar, gerenciar e controlar os recursos mais modernos. Por isso, é crucial que a sua equipe esteja preparada para inovar por meio da convergência da automação. Promova reuniões, treinamentos e encontros para discutir uma gestão de processos eficaz.

Conte com expertises

Se você quer segurança na aplicação da convergência da automação, pode contar com expertises nesse tipo de processo. É relevante usar abordagens práticas e inovadoras sem perder muito tempo e dinheiro. Desse modo, você pode conduzir os trabalhos sob orientação de uma consultoria especialista no desenvolvimento de planos estratégicos para tecnologia da Informação e automação.

Mesmo que a sua empresa esteja bem no mercado e economicamente confortável, não hesite em buscar soluções para otimizar o funcionamento do sistema de gestão e de cuidar da segurança dos processos de produção.

As maiores corporações nunca perdem a inovação de vista e a convergência da automação é uma maneira prática e tenaz para conquistar e se manter no topo.

Quais os benefícios da padronização de processos

4 dicas para Modelar Processos empresariais ao implementar novas ferramentas

Na busca por maior competitividade do negócio, com aumento dos resultados e também do grau de automatização, que garantem processos empresariais mais rápidos, a utilização de novas ferramentas de gestão é muito importante.

Porém, é comum haver dificuldade quando se procura trocar ou implementar uma nova solução em uma empresa onde a operação já está em andamento.

Para que se possa, então, reorganizar os processos empresariais ao mesmo tempo em que são adotados um novo CRM ou ERP, ou outras ferramentas, é preciso atenção para evitar retrabalhos e garantir uma boa aderência ao novo modelo. Nesse momento, algumas boas práticas de mercado podem ser adotadas. Confira:

4 dicas para Modelar Processos empresariais ao implementar novas ferramentas

1. Fazer o correto modelamento do processo

Ao partir para a implementação de um novo sistema, faz-se necessário um bom mapeamento das operações em andamento, de forma que o impacto da utilização da ferramenta não seja muito grande no momento da virada.

Para que tudo corra da melhor maneira, é necessário tomar algumas providências. Dentre elas, estão a correta identificação de todas as entradas e saídas, dos recursos utilizados e das atividades envolvidas nas rotinas.

Tendo em mãos essa lista de itens, o mapeamento vai ser muito mais fácil e também detalhado, o que permitirá mais chances de sucesso na implementação.

O uso de metodologias para modelagem e gestão de processos de negócios, assim como definição de uma notação padrão e ferramenta de modelagem, são essenciais nessa etapa.

2. Escolher a ferramenta a partir dos processos da empresa

A cultura da empresa deve ser bem avaliada no momento da adoção de novos sistemas. Como uma ferramenta de gestão impacta diretamente nas rotinas de trabalho de todas as áreas envolvidas, é bom ter certeza quanto ao que pode ou não ser modificado.

Alterações na gestão estratégica da empresa e mudanças que envolvam governança corporativa podem se valer de uma troca de sistemas, mas é recomendável que tudo seja feito com muito critério. Quanto mais se puder garantir a estabilidade das atividades que já andam funcionando bem, assim como a cultura organizacional que as abrange, melhor será para a empresa.

Um processo para realizar a gestão das mudanças organizacionais (GMO) também pode ser necessário.

3. Envolver a equipe antes das mudanças

Todas os times de colaboradores de uma organização devem ser levados em consideração antes da implementação de novos sistemas e rotinas de trabalho.

O objetivo é conseguir fazer com que essas pessoas sejam apoiadoras da ideia e não criem resistências. Ao integrarem o processo desde o início, de alguma forma elas terão a possibilidade de se sentirem também responsáveis por ele e, assim, tenderão a apoiá-lo e não sabotá-lo.

Para que tudo corra bem, os colaboradores envolvidos na mudança precisam ser ouvidos e ter seus questionamentos respondidos sempre que possível.

4. Planejar e acompanhar a implantação

A gestão de projetos indica que o controle deve ser feito do início ao fim e que tudo seja bem documentado. Por isso, ao passar pela implantação de um novo sistema que cuidará dos processos empresariais, é bom que se acompanhe de perto cada etapa.

Seguindo um cronograma previamente estabelecido, os gestores responsáveis devem ter dedicação e muita responsabilidade, validando cada passo do processo e ajudando na sua homologação.

Quanto melhores forem o planejamento e o controle, maior a probabilidade de que o novo sistema comece logo a oferecer resultados consistentes.

3 dicas de como o Design Thinking pode agilizar o mapeamento de processos

Entenda definitivamente o que é e o que faz um Gerente de Qualidade

Contar com um bom gerente de qualidade significa garantir que toda a parte de controle de produtos esteja conforme a expectativa da indústria ou da empresa e, principalmente, dos clientes. Pensando na importância desse profissional, preparamos o post de hoje para auxiliar e explicar melhor sobre as principais atribuições e competências dele.

Ficou curioso e quer saber mais sobre o assunto? Então, não deixe de ler até o final para não perder nenhum detalhe!

Qual o papel do Gestor de Qualidade?

De maneira geral, o profissional de gestão de qualidade trabalha em uma empresa de fabricação onde acontece o estágio final de manufatura do produto. Nesse momento, é necessária uma análise do nível da qualidade para garantir que as mercadorias atendam aos padrões legais e garantam a satisfação dos clientes.

Portanto, é de responsabilidade do gestor de qualidade:

  1. Definir métodos de padrões de qualidade;
  2. Aprovar e analisar testes e relatórios de aprovação do produto final;
  3. Atuar no suporte técnico do time de engenharia da empresa;
  4. Realizar auditoria;
  5. Coordenar reclamações de clientes sobre o produto;
  6. Identificar gaps de produção; e
  7. Implementar e administrar os requisitos das normas de gestão de qualidade.

São inúmeras as atribuições do profissional, pois ela integra toda a cadeia de suprimentos de uma empresa, e quaisquer implicações no baixo padrão do gerenciamento de qualidade pode ser crucial para o sucesso da organização. Tudo isso exige, portanto, uma alta demanda e responsabilidade para esse profissional.

Os aspectos essenciais de um Gestor de Qualidade

Para que alguém possa assumir o cargo de gerência de qualidade, o mercado exige, geralmente, uma das seguintes experiências:

  • Já ter trabalhado com controle de qualidade;
  • Possuir graduação na área de engenharia;
  • Comprovar experiência com gestão de projetos.

Entretanto, para ser um profissional competente na área, somente preencher as qualificações acima citadas não é o suficiente. Um gerente de qualidade deve apresentar determinadas habilidades para conseguir atuar com eficiência, tais como:

  • Capacidade analítica;
  • Profundos conhecimentos matemáticos e clareza para interpretar dados estatísticos;
  • Excelente capacidade de comunicação, liderança e gestão;
  • Facilidade em realizar pesquisa de mercado;
  • Competência para enxergar falhas e propor soluções.

A importância do Gerente de Qualidade na empresa

Em um cenário competitivo, a necessidade de fornecer resultados de alta qualidade, tanto do produto quanto do serviço, é primordial para o sucesso comercial. Nesse ponto, surge a importância do gerente de qualidade, pois ele é a figura vital que garante a qualidade e o desempenho do produto, bem como seu constante aperfeiçoamento — entregando, mercadorias líderes de qualidade.

Por isso, é preciso que esse profissional tenha um alto nível de percepção de mercado e saiba os principais aspectos dos produtos que impactam na escolha dos clientes. Assim, garante, ao mesmo tempo, que o processo na cadeia de suprimentos evolua e flua com qualidade dentro do orçamento do negócio.

Saiba mais sobre qualidade e melhorias de processos assistindo ao nosso webinar gratuito.

Melhoria de Processos com Foco em Resultados

Certificação CBPP: Aprenda como se preparar para ser um profissional CBPP

As certificações profissionais estão cada vez mais valorizadas em distintos setores do mercado, sobretudo naqueles ligados às áreas de tecnologia da informação e gestão de projetos. Por isso, quando o assunto é BPM, um profissional com certificação CBPP é extremamente cobiçado pelas empresas e respeitado pela comunidade internacional.

Para que você tenha uma ideia, de acordo com a Pesquisa Nacional em Gerenciamento de Processos de Negócio no Brasil, 77% das instituições consultadas avaliaram que a certificação CBPP é um diferencial importante na hora de contratar profissionais para as suas equipes.

Quer saber tudo sobre essa certificação e garantir o progresso de sua carreira? Veja como preparar-se para ser um profissional CBPP!

  1. O que é certificação CBPP
  2. A quem se destina a certificação CBPP
  3. De que forma ela é obtida
  4. Como a certificação é vista no Brasil
  5. A certificação CBPP é vitalícia?
  6. Principais vantagens
  7. Como se preparar

O que é certificação CBPP?

O CBPP (Certified Business Process Professional) é a principal certificação em BPM no mundo todo. Ela tem como objetivo atestar as competências, os conhecimentos, a experiência e a prática em gerenciamento de processos de negócio e certifica unicamente profissionais que trabalham com processos — organizações empresariais não podem obter o certificado.

O órgão responsável pela emissão é a ABPMP Internacional, entidade sem fins lucrativos que realiza um programa de testes reconhecido mundialmente. Seu objetivo principal é promover a disciplina e elevar os padrões dos profissionais de BPM.

No teste para a certificação é verificada a capacidade do candidato de articular os princípios e as práticas contidas no chamado BPM CBOK da ABPMP. Esse livro é um guia para o gerenciamento de processos de negócio e contempla uma gama de conhecimentos promovida e compilada por diversos especialistas da associação.

Apesar de o guia ser essencial, o exame de certificação CBPP avalia também a prática profissional e o acúmulo de experiência no setor para aprovar o candidato.

A quem se destina a certificação CBPP?

A certificação CBPP é destinada a todos os profissionais que trabalham diretamente com o gerenciamento de processos de negócio, independentemente do cargo ocupado.

Assim, se você possui experiência com o controle, a melhoria, a análise, a modelagem, a automação e a transformação dos processos, essa certificação será de grande importância na hora de comprovar sua expertise em qualquer lugar do mundo.

De que forma a certificação CBPP é obtida?

Para obter a certificação, o candidato é analisado por uma comissão da ABPMP que define se ele é elegível ou não para prosseguir para as outras etapas do processo. Nesse ponto, alguns pré-requisitos são exigidos.

O profissional deve ter experiência de, no mínimo, quatro anos em melhorias ou transformação de BPM. Todas as suas qualificações devem estar devidamente comprovadas e documentadas. Caso o aspirante possua graduação, a experiência exigida cai para três anos e meio.

No Brasil, ao ser considerado apto para o exame, o candidato pode realizar um curso com duração de três dias no chamado “Boot Camp”. Ele ocorre anualmente nas principais cidades brasileiras e funciona como um nivelamento do conhecimento. O calendário pode ser consultado no site da ABPMP Brasil.

Após o curso, o candidato realiza uma prova com duração de três horas e composta por 135 questões, todas elas em português. O nível de exigência da avaliação é bastante alto e, para conseguir a proficiência, deve-se atingir um mínimo de 70% de acertos.

O teste é feito no computador e o resultado é imediato.

Como a certificação CBPP é vista no Brasil?

A certificação CBPP é muito valorizada pelas instituições brasileiras e uma das que mais cresce em termos de BPM — graças à iniciativa da ABPMP, que criou uma página na web inteiramente dedicada ao Brasil.

Nela, é possível obter informações e novidades em português sobre o setor de gestão de processos, bem como se associar à entidade. Além disso, como a associação é muito respeitada, sua certificação é considerada como um grande diferencial profissional.

A certificação CBPP é vitalícia?

Como a ABPMP preza pela atualização e a melhoria constante no campo da BPM, a certificação ofertada por ela deve ser renovada a cada três anos. Isso garante que o profissional certificado esteja alinhado às principais tendências e transformações no setor.

Além disso, com a atualização da certificação, comprova-se que o candidato continua trabalhando na prática de gerenciamento de processos. No entanto, caso o profissional CBPP comprove ter realizado treinamentos periódicos ao longo dos três anos — e que totalizem 60 horas —, não será exigido que ele se submeta novamente ao teste.

Quais as principais vantagens em ser um profissional CBPP?

A principal vantagem da certificação CBPP é que ela concede ao profissional uma distinção de alto nível internacional — ela atesta que ele possui os conhecimentos e que domina as práticas mais avançadas em BPM em todo o mundo.

Esse nível de excelência comprovado é muito importante para buscar promoções na empresa e representa um grande diferencial em seleções para vagas em outras instituições.

Além disso, as próprias empresas se beneficiam das certificações, pois podem contratar profissionais realmente capacitados e que reúnem as qualificações técnicas para trabalhar no gerenciamento de processos de negócio.

Por fim, como um profissional CBPP você contribuirá para o próprio desenvolvimento e para o progresso dessa área, criando soluções dinâmicas e criativas que podem ser absorvidas pela associação. Conheça mais vantagens em ser um profissional certificado.

Como preparar-se para a certificação CBPP?

A preparação para a certificação CBPP envolve a comprovação de experiência junto à ABPMP é uma exaustiva rotina de estudos. Para preparar-se bem, estude o BPM CBOK como uma bibliografia obrigatória, mas também esteja atento a outros importantes livros publicados sobre a área.

O livro Business Process Management: Practical Guidelines to Successful Implementations, de John Jeston e Nelis Noan, e o Fundamentals of Process Management: Best Practices in Optimizing Cross-Functional Business Processes, de Robert Curtice, também serão excelentes aliados.

Você pode, ainda, inscrever-se em cursos preparatórios exclusivos para esse fim. Os treinamentos em grupo e individuais certamente ajudarão você a entender melhor os processos que compõem o caminho até a certificação. Isso te preparará de forma adequada para o exame e te deixará mais focado e tranquilo.

Viu como ser um profissional CBPP é de extrema importância para alavancar sua carreira e garantir o sucesso no setor de BPM? Aperfeiçoe-se ainda mais lendo o nosso e-book Gestão de Processos: da arquitetura ao controle.E-book Gestão de processos

Capacidade dinâmica: sua empresa está pronta para mudanças?

Capacidade dinâmica é a habilidade que uma empresa tem de sobreviver, prosperar ao longo do tempo e adaptar processos de acordo com as mudanças do mercado de negócios.

A inovação é o elemento propulsor das mudanças que influenciam no desenvolvimento das empresas e, consequentemente, da economia como um todo. Assim, o processo que visa a inovação precisa ser constante e envolve elementos empresariais baseados no direcionamento estratégico, o que otimiza a competitividade mercadológica.

A teoria da capacidade dinâmica fornece uma estrutura intelectual para os empresários começarem a pensar sistematicamente sobre porque as empresas têm sucesso ou falham. No entanto, ter esse entendimento não é tão fácil, e é por isso que fizemos este post para te ajudar a saber se sua empresa está pronta ou não para mudanças — e se não estiver, quais as melhores formas de conseguir essas capacidades dinâmicas. Confira!

Capacidade dinâmica: o caso Nokia X Apple

A Nokia perdeu a revolução do smartphone porque não estava bem equipada, especialmente em comparação com a Apple, para detectar que estava inserida em um ambiente que favorecia a próxima geração de celulares inteligentes.

Enquanto isso, Steve Jobs sentiu o que os clientes queriam e soube viabilizar técnica e mercadologicamente as demandas de evolução em telefonia. Ainda mais importante, ele desenvolveu passo a passo as capacidades que a Apple precisava — para fazer o iPod funcionar, por exemplo, a empresa desenvolveu capacidades em gestão de direitos digitais e design de dispositivos portáteis. Jobs e sua equipe aprenderam a cortar acordos com estúdios e empresas de gravação, além de reunirem tecnologia amigável de forma muito atraente.

A Nokia tinha um laboratório de pesquisa em Berkeley, nos Estados Unidos, mas sua base de operações estava muito longe, na Finlândia, e eles confiavam muito em sua própria pesquisa e desenvolvimento. Eles aproveitaram a ciência, mas perderam o estado de espírito.

Diante desse caso, você pensa: mas como eu posso desenvolver a competência interna de resposta ao mercado utilizando os conceitos de capacidade dinâmica?

8 dicas que vão ajudar a sua empresa a se tornar mais competitiva

1. Tenha uma equipe eficiente e delegue tarefas

O desafio aqui é abrir mão do controle total das rotinas para adotar uma gestão profissional bem estruturada — atitude nem sempre fácil, especialmente para quem tem perfil profissional centralizador. Livre-se desse apego: para gerenciar um negócio em expansão, você precisa estar preparado para tomar decisões mais estratégicas do que operacionais, e o ego não pode atrapalhar.

2. Contrate especialistas em diferentes áreas

Contratar pessoas especializadas em áreas nas quais você não possui conhecimento ajuda o negócio a se desenvolver de forma profissional e sustentável. Assim, para evitar erros, o mais recomendado é não economizar e contratar os melhores especialistas para atuar em setores como o de Controladoria, Financeiro e Marketing.

Se você estiver preocupado em “gastar demais” com esses setores, lembre-se de que o gasto para consertar eventuais problemas causados por profissionais não qualificados pode ser ainda maior.

3. Reestruture para crescer

Caso o seu negócio tenha ultrapassado os desafios de conquistar clientes e conseguir relevância no segmento e conseguiu estabilidade, é hora de reestruturar para dar o próximo passo e crescer. Assim, você não corre o risco de estagnar nem de ficar na zona de conforto, o que é bom tanto para a saúde da empresa quanto para sua percepção entre os públicos — considerando a importância da inovação em qualquer mercado competitivo.

4. Tenha indicadores de resultados mais elaborados

Ao dar início a um negócio, geralmente o empreendedor consegue acompanhar de perto os resultados e investimentos aplicados na empresa. No entanto, quando esse acompanhamento se torna mais difícil, é sinal de que a operação está crescendo mais rápido e precisa de cuidados para que tudo ocorra da melhor forma possível.

Um deles é transformar os resultados em indicadores para decisões futuras. Se essa não é sua especialidade, contrate pessoas capacitadas para auxiliá-lo a acompanhar tudo, afinal, ter controle do crescimento e dos investimentos é imprescindível para o sucesso em qualquer área.

5. Amplie sua atuação sem perder a qualidade

A expansão da empresa não pode se tornar uma dor de cabeça que influencie na qualidade do produto ou serviço oferecido. Assim, analise quais os limites em cada etapa dessa ampliação e tome medidas para estruturar melhor a operação. Com esse cuidado, sua empresa conseguirá sustentar com eficiência o aumento de demanda.

6. Monitore a concorrência

Identifique os concorrentes de segmento e porte semelhante ao seu para fazer comparações. Equipare os valores dos produtos e serviços sem comprometer a sua margem de lucro. Para isso, você precisará de um bom levantamento de todo o custo de operação do seu negócio.

Se você for dono de um marketplace, por exemplo, faça um levantamento de dados para monitorar seu mix de produtos — isso pode trazer uma série de vantagens e boas ideias. Você tem produtos exclusivos? Falta algum item para completar determinado set? Verifique o que tem mais aceitação no mercado e o que está fazendo mais sucesso entre seus concorrentes para rentabilizar melhor o portfólio da sua empresa.

7. Amplifique sua visão dos recursos internos

A visão macro dos recursos internos permite às organizações a visualização completa da dinâmica corporativa. Essa visão é o que possibilita que as organizações se adaptem com mais facilidade a novos contextos de negócios e identifiquem os recursos e competências necessárias para promover a criação de riquezas e gerar mais vantagem competitiva e sustentável.

Portanto, procure ampliar sua visão dos recursos internos da empresa para que sua capacidade dinâmica seja mais bem desenvolvida e seu negócio esteja cada vez mais preparado para o sucesso e o crescimento.

8. Não tenha medo de mudar

Inovação é a principal palavra que acompanha o conceito de capacidades dinâmicas. Por isso, não tenho medo de mudar, experimente!

Conclusão

As empresas atuam em um ambiente de constante transformação, e isso exige mudanças para que elas possam se manter e crescer no mercado. Então, não há como elas se adaptarem dinamicamente às mutações do ambiente sem a capacidade de perceber o que pode ser benéfico ou prejudicial ao negócio. É preciso saber aproveitar as oportunidades, driblar as ameaças e estar sempre a postos para reconfigurar os recursos internos.

Nessa hora, os colaboradores podem ser uma fonte valiosa de insight. Assista ao webinar e aprenda a usar a experiência deles para promover mudanças significativas nas sua empresa.

Transformação de Processos: o que é, porque fazer e quais métodos usar

Você já parou para pensar em quantos processos são realizados diariamente na sua empresa? Desde os mais simples até os mais complexos, diretamente ligados ao produto final, todos são fundamentais para o bom funcionamento da organização. Se você tem dúvida sobre algum deles, é bom começar a preparar-se para um trabalho de mapeamento e transformação de processos.

Quer entender mais sobre esse procedimento e como ele pode ajudar sua empresa? Então acompanhe:

Do que se trata a Transformação de Processos?

Um gestor que não conhece os processos da sua empresa não tem condições de geri-la adequadamente. Afinal, como identificar os problemas e resolvê-los? Como saber em que ponto o processo está atrapalhando a rentabilidade final?

O gerenciamento de processos, que vem da sigla BPM (Business Process Management), é uma atividade fundamental para as empresas. Trata-se de um estudo aprofundado de todos os processos existentes na organização, com o objetivo de identificar as falhas e inconsistências e documentar a forma como são feitos, para que todos na organização conheçam todas as suas etapas.

Por que devo atuar na Transformação de Processos?

Imagine que sua empresa tenha 500 colaboradores e atue na área de Tecnologia da Informação, construindo soluções em aplicativos online. Ao analisar o balanço final, você percebe que o resultado financeiro está abaixo do esperado. Mas onde está o problema, se tudo parece funcionar perfeitamente?

Certamente a deficiência está longe dos seus olhos. Se, no processo de construção de um aplicativo, você descobre que um setor está gastando 3 dias para produzir um relatório, quando poderia fazer o mesmo trabalho em 1 dia, você encontrou o problema. O que parecia ser um atraso inofensivo está minando a produtividade da sua empresa.

E-book Gestão de processos

Quais são os métodos de Transformação de Processos?

Existem 4 métodos principais para mapear os processos da empresa. São eles:

  1. Entrevista: conversa direta com todos os envolvidos no processo que está sendo mapeado. É o método menos aconselhado, pois as entrevistas individuais não permitem a visão global do processo.
  2. Observação: acompanhamento lado a lado de cada etapa do processo. Leva mais tempo, mas certamente traz maior possibilidade de detalhamento.
  3. Questionário: envio de formulários aos responsáveis por cada etapa do processo. É um método menos eficiente do que a observação, mas é mais ágil.
  4. Reunião JAD (Joint Application Development): reunião de todos os responsáveis pelo processo em um mesmo ambiente, para o compartilhamento das informações que ficam com cada um. É o método mais indicado por ser rápido e muito detalhado.

Processos mapeados. E agora?

Após a etapa de mapeamento dos processos, vem a parte mais importante: a documentação de tudo o que foi levantado durante o trabalho. O resultado dessa documentação deverá gerar um diagrama do processo.

O diagrama do processo é um esquema que organiza, em caixas, cada etapa de cada processo presente na empresa. É por meio desse diagrama que será possível identificar onde estão as inconsistências e quais são os responsáveis por cada uma das etapas. É com ele que o gestor terá a capacidade de saber tudo o que se passa na sua empresa, para poder aprimorar sua gestão sobre o negócio.

Uma avaliação cuidadosa dos processos da empresa pode revelar gargalos até então imperceptíveis, mas que afetam o resultado final. Uma vez mapeados, muitos desses processos podem ser facilmente corrigidos com a transformação de processos.

Gostou deste conteúdo? Assista ao nosso webinar sobre Como usar a Transformação de Processos para elevar a performance para saber mais.

Como usar a Transformação de Processos para elevar a performance

O que é BPMN (Business Process Model and Notation) e como aplicar essa notação na Modelagem de Processos

A modelagem de processos é a representação gráfica dos processos de uma empresa. Fazer essa diagramação é muito importante porque permite a leitura do funcionamento da empresa e o entendimento de como a organização gera valor aos clientes. Para facilitar a modelagem de processos é possível contar com um conjunto padronizado de símbolos e regras, e o mais indicado deles é a Notação BPMN.

Nesse post você vai aprender:

Boa leitura!

O que é BPMN?

BPMN (Business Process Model and Notation) é uma notação para modelagem de processos de negócio. Em outras palavras, o BPMN estabelece um padrão para representar os processos graficamente, por meio de diagramas. Esse padrão possui um conjunto de símbolos e regras que permite modelar diferentes fluxos de processos, com vários níveis de detalhamento.

A notação BPMN surgiu a partir do esforço coletivo entre várias empresas de ferramentas de modelagem. Cada uma delas possuía sua própria notação, mas isso se mostrou muito improdutivo, pois dificultava a vida de usuários e clientes. Hoje, a notação é mantida pelo Object Management Group (OMG), uma entidade internacional sem fins lucrativos que regulamenta padrões tecnológicos.

A solução encontrada foi uniformizar o jeito de modelar processos. Assim originou-se um novo código, o BPMN, capaz de maximizar a compatibilidade entre sistemas de informação e facilitar a comunicação entre stakeholders.

Por isso, esse padrão se tornou tão popular nas organizações. Hoje as principais ferramentas de modelagem de processos oferecem suporte ao BPMN, que pode ser considerada a notação mais aceita, discutida e utilizada para modelar e automatizar processos.

Como funciona o BPMN?

Cada símbolo da notação BPMN representa algo que acontece ou pode acontecer dentro do processo. De acordo com o BPM CBOK®, guia para gerenciamento de processos de negócio, “símbolos descrevem relacionamentos claramente definidos, tais como fluxo de atividades e ordem de precedência”.

É importante ressaltar que o nível de detalhamento do processo vai depender do objetivo da modelagem do processo. Se você deseja apenas um panorama, não precisará de muitos detalhes. No entanto, se você quiser entender o processo com mais profundidade, um detalhamento maior será necessário.

O ideal é que os processos sejam modelados a partir de uma visão ponta a ponta. Isso significa enxergar os processos de forma holística e compreender que o resultado é fruto do engajamento entre diversos departamentos da organização (e não apenas de um único setor), com o objetivo de gerar valor para o ciente e promover uma experiência positiva.

Vamos tomar como exemplo uma pizzaria.

Até chegar no resultado do processo é preciso passar por várias etapas, que vão do atendimento à entrega dos pedidos. Este é o macroprocesso, isto é, o processo visto de uma ponta a outra.

Dentro deste macroprocesso existem os subprocessos, que descrevem as atividades com mais profundidade, ou seja, decompõem o macroprocesso. No caso da pizzaria, alguns subprocessos poderiam ser:

Receber ligação 👉Registrar o atendimento 👉 Preparar a pizza 👉Assar 👉 Embalar 👉 Entregar 👉 Cobrar

Veja:

BPMN: Processos e Subprocessos (exemplo)
Clique na imagem para ampliar

Perceba que o processo possui uma entrada e pelo menos uma saída, sendo que a entrada adiciona valor ao processo e a saída gera um produto valorado. Para percorrer este caminho da entrada à saída do processo é preciso realizar um trabalho, também chamado de atividade ou tarefa. O trabalho é executado por pessoas que desempenham alguns papéis, conforme o processo.

Ao utilizar BPMN para fazer a modelagem de processos deste último subprocesso (cobrança dos pedidos) teríamos algo muito parecido com a figura abaixo:

BPMN: Exemplo de notação de subprocesso
Clique na imagem para ampliar

Vamos retomar essa figura mais adiante quando formos te explicar o significado de cada um dos símbolos utilizados. Agora, entenda como usar o BPMN na sua gestão de processos:

Aplicações da Notação BPMN

O BPM CBOK elenca três principais finalidades para o uso do BPMN:

  • Apresentar um modelo de processos para públicos-alvo diferentes;
  • Simular um processo de negócio com um motor de processo;
  • Gerar aplicações em BPMS a partir de modelos de processos.

De forma simplificada podemos dizer que o BPMN serve para:

  • Criar processos de negócio;
  • Definir melhorias em processos já existentes;
  • Documentar e disseminar processos (novos ou existentes);
  • Definir novos processos e fluxos de trabalho;
  • Ajudar na identificação dos requisitos de software (mais especificamente para a área de TI – Tecnologia da Informação);
  • Automatizar processos.

Mas, por que usar BPMN na Modelagem de Processos?

A notação BPMN é extremamente útil para descrever a lógica passo a passo de um processo por meio de diagramas. A partir dessa modelagem, é possível ter uma visão gráfica que expressa de maneira simples e direta todo o processo de negócio.

Assim, dá para visualizar melhor todas as etapas do processo e analisá-las sem muita dificuldade, além de tornar explícita a responsabilidade de cada papel. Isso é muito útil para empresários, gestores e administradores, para que possam compreender o funcionamento do seu negócio com clareza. A modelagem também é importante para a automatização de processos complexos.

Confira algumas vantagens do BPMN.

Vantagens do BPMN

Vantagens do BPMN

1. Facilita a comunicação

O BPMN estabelece uma linguagem comum, capaz de ser compreendida por todas as pessoas envolvidas nos processos de negócio: estrategistas, analistas de negócio, participantes do processo, etc. Isso acontece porque o BPMN utiliza diagramas simples, que traduzem a complexidade dos processos e mostram como eles funcionam de forma descomplicada.

2. É versátil

O BPMN pode ser aplicado a diversos tipos de processos: administrativos, financeiros, operacionais, garantia de qualidade, desenvolvimento de produtos, desenvolvimento de softwares, etc. Ao contrário de outros tipos de notação, o BPMN é de uso aberto e possui compatibilidade com outros modelos, pois não foi elaborado com foco em uma única área.

A técnica de modelagem UML (Unified Modeling Language), por exemplo, é mais utilizada em desenvolvimento de software. Já o IDEF (Integrated DEFinition) é mais utilizado pelo pessoal da engenharia, enquanto o fluxograma é mais utilizado na área de qualidade.

3. Suportado por ferramentas de BPMS

BPMS (Business Process Management Suite) é o nome dado às ferramentas que apoiam a gestão de processos em uma empresa, seja na parte de modelagem, execução ou controle.

O uso da notação BPMN faz com que a representação gráfica dos processos de negócio seja entendida em ambiente operacional. Hoje, existem muitas ferramentas que fazem a automação dos processos a partir dos diagramas em BPMN!

Agora que você já sabe o que é BPMN e quais as suas aplicações e vantagens, chegou a hora de conhecer como essa notação funciona na prática:

Elementos de BPMN para Modelagem de Processos: principais símbolos e regras

O BPMN oferece um conjunto muito rico e completo de símbolos. Por esse motivo, muitas pessoas acreditam que isso prejudica o entendimento da linguagem pelos stakeholders. Mas para modelar processos não é preciso decorar todos esses símbolos e regras. Lembre-se disso!

Os elementos de BPMN estão organizados em quatro grupos: objetos de fluxo, artefatos, objetos de conexão e swimlanes. Vamos explicar cada um deles a seguir:

Objetos de Fluxo (Flow Objects)

Os objetos de fluxo (Flow Objects) são os elementos gráficos descritivos dentro do BPMN. Eles se dividem em atividades, eventos e decisores.

  • Atividades (Activities): uma atividade é um trabalho que precisa ser executado dentro do processo. Atividades podem ser divididas em subprocessos e tarefas. (Exemplo: preparar a pizza)
    • Subprocesso: tem uma sequência de passos.
    • Tarefas: é o menor nível de trabalho, indica as ações executadas por uma pessoa/papel para agregar valor ao resultado do processo.
  • Eventos (Events): referem-se a alguma situação que acontece no processo. Os eventos afetam diretamente o fluxo e têm uma causa (trigger) e um impacto (result). Os eventos podem ser de início, intermediários e de fim. (Exemplo: receber ligação)
  • Decisores (Gateways): representam um ponto onde o fluxo precisa ser controlado: os gateways separam e juntam o fluxo. Já os marcadores representados em seu centro indicam diferentes tipos de comportamento. (Exemplo: a decisão da forma de pagamento)

Objetos de Fluxo BPMN

Artefatos (Artifacts)

Os artefatos são utilizados para agregar informações adicionais ao processo que está sendo desenvolvido. Existem três tipos comuns de artefatos:

  • Objetos de dados: mostram como os dados são requeridos ou produzidos por atividades;
  • Grupos: empregados para realizar a documentação ou análise;
  • Anotações: usadas para transmitir ao leitor mais informações sobre uma atividade.

Artefatos de BPMN

Objetos de Conexão (Connecting Objects)

Os objetos de conexão representam a maneira pela qual os objetos de fluxo se conectam entre si. Eles também se dividem em três tipos:

  • Associação: associa os artefatos ao fluxo do processo;
  • Fluxo de mensagem: representa a troca de informações do processo com o mundo externo;
  • Fluxo de sequência: sequência ou ordem do fluxo, ou seja, das atividades do processo.

Objetos de Conexão BPMN

Swimlanes

As swimlanes organizam as atividades em categorias visuais separadas, que agem de forma semelhante a um contêiner para os objetos de fluxos. Elas se dividem em:

  • Piscina (Pool): retrata a organização em si e traz os fundamentos e princípios mais importantes do processo. Sua utilização ocorre quando o diagrama abrange dois participantes ou entidades de negócio (que não estão fisicamente no mesmo lugar no diagrama) e detalha o que cada um faz, separando os processos e eventos em áreas protegidas, chamados de pools.
  • Raia (Lane): são as subdivisões existentes no pool. Sua função é manter todas as atividades do processo organizadas. As atividades podem ser separadas conforme as atividades associadas, que podem ser função ou papel. Por exemplo, a representação da lane pode se referir a um setor ou área dentro da companhia que é apresentada pelo pool.

Em resumo:

  • Pools separam entidades de negócio.
  • Lanes separam as atividades por departamentos ou papéis.

Swimlanes e Pools BPMN

Lembra do exemplo da pizzaria que mencionamos lá em cima? Agora você já consegue identificar o que cada um daqueles símbolos significa.

Confira:

Exemplo completo de Notação BPMN
Clique para ampliar

O BPMN foi pensado para cobrir outros tipos de modelagem, permitindo que se crie um fluxo do processo de negócio do início ao fim, de uma ponta a outra. Todos os elementos que compõem a estrutura do BPMN permitem ver e compreender com facilidade o processo de negócio a partir de diagramas simples para os clientes (empresários, administradores e gestores de um negócio), mas exigem treinamento, experiência, perspicácia e eficiência para serem criados.

Entender de forma profunda o que é BPMN não é uma das tarefas mais simples, especialmente se você estiver começando agora na área. Mas, com o acompanhamento dos profissionais corretos e a prática contínua você é capaz de se tornar um especialista!

Pensando em facilitar o processo de aprendizagem, nós preparamos uma paleta reduzida com os elementos mais utilizados na documentação de processos. Preencha o formulário abaixo para fazer o download do Guia Reduzido de Notação BPMN e comece a modelar os seus processos agora mesmo!

Guia de Notação BPMN

Se você quiser saber mais sobre outros assuntos relacionados à gestão de processos, não deixe de ler o nosso post completo sobre BPM (Business Process Management).

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